Tenho-me preocupado com o uso que se tem feito da palavra cristão. Penso que é preferível não se definir como tal a confundir inocentes que acabam culpando Cristo pelo contra-testemunho de uns tantos "amigos" Seus.
Com esse pensamento, proponho uma reflexão sobre os comportamentos infames que maculam e excluem da sociedade religiosa os verdadeiros cristãos que, muitas vezes, não têm religião, mas que são verdadeiramente discípulos de Jesus Cristo.


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